Coisas de Bailarina

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond

Coisas de Bailarina

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond
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Terra Blog

18.04.07

Vida boa não?

E muito por sinal... Meio cansada de tanto treino pro curso de combat que fiz... O ombro ainda tá meio cansado... E sem comer direito é foda!!!! Naum é por opção naum... Tou até querendo engordar mais naum tou conseguindo mudar minha rotina de almentação naum... :( Ô tristeza!!!! kkk Bom probleminhas a parte, agora é só se preocupar com o Power Jump... Depois treinamentos, só o Attack e o RPM!!! E tá bom d+... Já pensou decorar 50 coreografias??? Naum... Nem a melhor das dançarinas consegue viu? Bom em recompensa, tem o fds... Com meu amor do lado... Q me faz uma falta na semana!!! Só ele mesmo pra me aturar dormindo quase o dia todo e endoidando enquanto decora as coreografias... Mas entre uma coisa e outra sempre tem uns bjin!!!kkkk Lógico!!! Minha vidinha agora é simples e calma... Nau tem mais a agitação das noites em claro... E pode tercerteza, hj eu posso afirmar, naum sinto falta de nada... NADA MESMO!!! Sou 100% feliz... E finalmente estou consguindo me resolver com tudo o q eu tinha problemas!!! Agora eu acho q as coisas só tendem a melhorar... Q Deus me ajude!!!!

Bjos,

Até a próxima!!! :)

Texto de hj (Essas hstórinha aí são ótimas para ilustrar a frase aí de cima... Não se lamente... Viva! Cada um sabe a cruz que carrega!!!)

Fugir ou enfrentar a dor?

Quando a vida nos obriga a enfrentar situações difíceis - como uma perda pessoal, por exemplo - é preciso entender que a eternidade está dando mais um passo.
Jorge Luis Borges escreveu algo muito bonito a respeito: "Tu és nuvem, és mar, esquecimento/és também o que perdestes em um momento/ Somos todos os que partiram. /O reflexo de nosso rosto no espelho muda a cada instante /e cada dia tem o seu próprio labirinto/A nuvem que se desfaz no poente é nossa imagem; /incessantemente, uma rosa se converte em outra rosa".
Particularmente, eu detesto o caminho da perda, mas às vezes não há solução, e é preciso encará-lo. A seguir, algumas histórias a respeito.

O sacrifício e a benção

Um homem fez a promessa de carregar uma cruz até o alto de um monte, se tivesse certo desejo atendido.
Deus concedeu o que pedia.
Ele mandou fazer a cruz, e começou a caminhada. Depois de vários dias, achou que a cruz pesava mais do que supunha - e, com um serrote emprestado, cortou boa parte da madeira. Ao chegar no alto do monte, notou que - separada por uma fenda na terra - havia outra montanha.
Nela, tudo era paz e tranqüilidade; mas precisava de uma ponte para chegar até lá.
Tentou usar a cruz - mas era curta para isto.
E então reparou: o pedaço que havia cortado era exatamente o que estava faltando para que pudesse cruzar aquele abismo.

Outra história sobre a cruz

Num certo vilarejo de Úmbria (Itália), havia um homem que se lamentava de sua sorte. Era cristão, e achava o peso de sua cruz muito difícil de ser carregado.
Certa noite, antes de dormir, rezou para que Deus permitisse trocar seu fardo.
Nesta noite teve um sonho; o Senhor lhe conduzia para um depósi­to. "Pode trocar", dizia. O homem viu cruzes de todos os tamanhos e pesos, com nomes dos seus donos. Escolheu uma cruz média - mas, vendo o nome de um amigo gravado, deixou-a de lado.
Finalmente, como Deus havia permitido, escolheu a menor cruz que encontrou.
Para sua surpresa, viu gravado nela o seu próprio nome.

O guru de Mesure

Existia em Mesure, na Índia, um famoso guru. Conseguiu reunir um bom número de seguidores, e espalhou com generosidade sua sabedoria.
Na meia-idade, contraiu malária. Mas continuava a cumprir religiosamente seu ritual: banhar-se de manhã, dar aulas ao meio-dia, e orar durante à tarde, no templo.
Quando a febre e os tremores o impediam de concentrar-se, ele tirava a parte de cima de sua roupa e a atirava num canto. Seu poder era tão grande que a roupa continuava tremendo - en­quanto o homem, livre das contrações, podia fazer suas preces com calma.
No final, voltava a vestir a roupa, e os sintomas retornavam.
"Por que você não abandona de vez esta roupa, e se livra da doença?", perguntou um jornalista, ao ver o milagre.
"Já é uma benção poder fazer com tranqüilidade aquilo que devo fazer", respondeu o homem. "O resto faz parte da vida; seria uma covardia não aceitar".

  • criado por  Shun-Lee criado por Shun-Lee
  • Postado em 13:54:29
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